domingo, 24 de junho de 2007

Prepare-se para a guerra!

Autor: João A. de Souza Filho
Fonte:http://www.jesussite.com.br/noticas_detalhe.asp?id_news=198


Enquanto escrevo este artigo, recebo pelo computador apelos de todo o Brasil por uma mobilização nacional dos crentes contra a lei que pretende ampliar o direito dos gays, lésbicas e simpatizantes que, certamente será aprovada pelo Senado Federal. Os homossexuais estão buscando ampliar o direito à liberdade e a lei que será aprovada pune severamente toda e qualquer pessoa que repreender ou discriminar as manifestações públicas deles.Além dos direitos previstos na Constituição para todas as pessoas, o homossexual ganhará privilégios. Pois quem ousar criticar tal conduta será tratado como criminoso.
Os primeiros a sofrerem perseguição serão os cristãos e os pregadores. A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno ("manifestação de afetividade") por homossexuais (art. 7°). Isso quer dizer que, enquanto você leva seus filhos para brincar na praça, dois homossexuais poderão se beijar livremente na frente de seus filhos e não poderão ser interpelados! Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).
Se alguns de nós ousar pregar sobre Romanos capítulo 1 ou sobre as obras da carne listadas pelo apóstolo Paulo, a menção da palavra "homossexual" poderá colocar o pastor atrás das grades. Condenar o homossexualismo levará a pessoa a ser enquadrada no artigo 8°, ("ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica"). A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°).
O projeto, aprovado na Câmara em 23/11/2006, agora está em tramitação no Senado Federal. Mais especificamente, o projeto está para ser votado pelaComissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). A relatora, Senadora Fátima Cleide (PT/RO), deu parecer FAVORÁVEL à proposta em 7/3/2007.O projeto está pronto para ser votado (e aprovado) a qualquer momento. Se convertido em lei (como tanto deseja o presidente da República), estará instaurada no Brasil uma perseguição religiosa sem precedentes causada pela tirania do homossexualismo.
Lamentavelmente, os brasileiros, incluindo as autoridades, não se despertaram para a gravidade da situação.Bem. Eu fiz minha parte. Escrevi aos senadores gaúchos e aos senadores que se dizem cristãos, como Magno Malta e Crivella.Faz tempo que se ouvem comentários de que a imprensa mundial está controlada pelo pessoal do terceiro sexo - o que se pode perceber em filmes, novelas e defesa dos gays em todo mundo. Nossos juristas estão dando plenos direitos para que casais de homossexuais adotem crianças e as criem como filhos. Agora, invertem-se os papéis: os pais são dois homens ou duas mulheres!Sinal dos tempos? Sempre imagináramos - nós os pregadores que estamos no ministério há mais de quatro décadas - de que a perseguição à igreja se daria por regimes totalitários de esquerda ou de direita, como aconteceu ao longo da história e como ainda acontece em países totalitários como Cuba, China e Coréia do Norte. Estávamos enganados. A perseguição virá através de leis democráticas em regimes democráticos em que exerce mais influência quem mais se mobiliza. Como os crentes são divididos entre si, e os pastores cada um apenas cuida de seu feudo ou reino espiritual, o diabo se mobiliza para perseguir a igreja utilizando os meios legais, como a democracia. Depois, não adianta chorar sobre o leite derramado. A lei deverá ser cumprida. E seremos obrigados a deixar os parques e praças, a televisão e os jornais para que eles, os homossexuais, usando dos direitos que têm, façam o que bem quiserem!Mas, acaso não fomos nós, os milhões de crentes deste país que colocamos no Congresso os deputados e senadores que nos representam? E como nos representam bem! Amanhã, eles retornarão aos púlpitos acenando com benesses para serem reeleitos.
João Batista, o precursor de Cristo proclamaria "Raça de víboras", e seria decapitado novamente!Se você é cristão ou pregador do Evangelho, evite ler em público os textos de Romanos 1.18 a 27 e outros mencionados por Paulo: "Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas... (1 Coríntios 6.9). "impuros, sodomitas, raptores de homens, mentirosos, perjuros e para tudo quanto se opõe à sã doutrina... (1 Timóteo 1.10). Escrevi aos senadores que mandem aumentar o número de cadeias, porque seremos milhões de brasileiros dispostos a morrer para que a verdade continue sendo proclamada!
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Sobre o autor:João A. de Souza Filho é pastor desde 1964 e reside em Porto Alegre com sua esposa. Tem dois filhos e três netos. Viaja por todo o país em conferências em todas as denominações. Sua igreja local é a Assembléia de Deus da cidade de Cachoeirinha na grande Porto Alegre.

Psiquiatra infantil acusado de abusar sexualmente de meninos


Autor: KIM CURTISFonte: Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br


Um homossexual estava numa posição profissional que lhe dava acesso fácil a meninos, e ele estava bem treinado para esconder, debaixo de uma sofisticada camuflagem psicológica, tudo o que ele fazia com seus pacientes meninos durante décadas. Ele não só era psiquiatra infantil, mas também chegou a ser presidente da Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente!Parece que um treinamento psicológico deu a esse homossexual pederasta todas as ferramentas para esconder no armário suas bizarras preferências sexuais. Para quem não sabe, pederasta vem de pederastia, termo que se refere ao abuso sexual de homens contra meninos.As primeiras vítimas do psiquiatra William Ayres estão finalmente saindo do calabouço de um sombrio armário de terror, silêncio e abuso sexual que lhes havia imposto o homem que deveria tratá-las. Nesse caso, o tratamento foi muito, muito pior do que os problemas “tratados”.Como manda a praxe jornalística pró-homossexualismo, o artigo abaixo lida com grave notícia sobre abuso homossexual contra meninos, mas sem nunca mencionar o adjetivo homossexual.

SAN MATEO, Califórnia, EUA (AP) — Um psiquiatra infantil que no passado dirigiu a Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente foi preso em meio a alegações de que ele abusava sexualmente de pacientes do sexo masculino desde a década de 1960.O Dr. William Ayres, de 75 anos, foi preso quinta em seu lar em San Mateo e acusado de 14 crimes graves de atos imorais e lascivos com um menino de menos de 14 anos.Ele é acusado de tocar sexualmente três meninos repetidamente entre 1991 e 1996 enquanto eles eram seus pacientes, de acordo com a queixa. O estatuto legal de limitações para tais crimes é de 10 anos ou até que a vítima faça 28 anos. As vítimas alegadas têm agora 21, 25 e 26.“Há muitas outras vítimas que não podem se manifestar legalmente porque seu tempo expirou, conforme dita o estatuto de limitações” disse sexta a promotora pública Melissa McKowan. Ela declarou que o testemunho dessas outras vítimas seria usado no julgamento para mostrar que o psiquiatra tinha um padrão de comportamento. O caso mais antigo que ela conhecia data de 1969, quando o psiquiatra abusou de um menino.Ayers, um famoso psiquiatra que se aposentou em 2006, havia sido honrado em 2002 pela junta de supervisores de San Mateo com um prêmio de realização durante sua vida inteira por “seus esforços incansáveis para melhorar a vida de crianças e adolescentes”. Ele também foi presidente da Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente de 1993 a 1995.A prisão dele ocorreu depois de uma investigação que durou 4 anos.“A tragédia real aí é que os pais confiaram nesse médico e lhe entregaram seus filhos para que ele os ajudasse, mas as crianças acabaram se tornando vítimas enquanto estavam sob os cuidados dele”, disse o Capitão Mike Callagy da polícia de San Mateo. “Isso é tão trágico”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

O resto da notícia, em inglês, encontra-se aqui.

sábado, 23 de junho de 2007

“Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas essas [coisas] aconteçam.” (Mateus 24:34)


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Sempre me pareceu estranho que o teólogo reformado R. C. Sproul começasse sua defesa do Preterismo moderado (do qual ele declaradamente é um dos adeptos) com uma citação do famigerado filósofo cético e ateu Bertrand Russell. Em seu livro The Last Days According to Jesus1 [Os Últimos Dias Segundo Jesus], Sproul parecia tentar agradar a Russell e seus seguidores com uma resposta à questão que Russel levantara sobre a divindade de Cristo. Ele tentou fazer com que a expressão “não passará esta geração sem que tudo isto aconteça” (Mt 24.33-34), se referisse à geração dos discípulos, alguns dos quais ainda eram vivos quando o exército romano (não o Anticristo, como mostra a profecia) destruiu a cidade de Jerusalém no ano 70 d.C.
Russell, que corretamente demonstrara o fato de que aqueles discípulos não viram a volta de Cristo nem o cumprimento de muitas profecias proferidas naquele sermão do monte das Oliveiras, deu então um “salto” interpretativo para chegar à conclusão errônea de que Jesus não podia ser Deus em carne humana, visto que fracassara em cumprir aquela profecia durante o tempo de vida daqueles discípulos. Ao que parece, nunca lhe ocorreu que a expressão “esta geração” não era uma referência àquela geração de discípulos do primeiro século, mas sim uma alusão à geração que veria a seqüência de eventos do fim dos tempos que acontecerá conforme Jesus profetizou. Eu pessoalmente não acredito que Russell tenha sido movido por um forte desejo de identificar Jesus como “o profeta” que Moisés predissera ser o Messias em Deuteronômio 18.18-19. É provável que ele tenha sido influenciado pelos céticos acerca de Jesus que viveram em sua própria geração ou pelos racionalistas alemães ou, ainda, pelos céticos franceses que o antecederam, os quais negaram a divindade de Jesus e a inspiração sobrenatural das Escrituras. O uso equivocado que ele fez de Mateus 24.32-34 foi, muito provavelmente, uma tentativa descarada de tirar a credibilidade de Jesus.
Essa é apenas uma das razões pelas quais o Pre-Trib Research Center [Centro de Pesquisas Pré-Tribulacionistas], o Dr. Thomas Ice e tantos outros escritores eruditos abordaram esse assunto em livros, folhetos e periódicos. É importante que se faça isso, não pelo texto das Escrituras em si mesmo, mas por causa da interpretação errada. Uma das coisas básicas que aprendi no estudo da lógica é que se você começa um argumento baseado numa premissa falsa, chegará a uma conclusão falsa. Essa é a razão pela qual a primeira coisa que se faz num debate é averiguar a veracidade ou falsidade da premissa básica (i.e., primeira premissa).
Em vez de adotar o sentido claro desse texto das Escrituras a fim de entender seu significado, nossos colegas de linha reformada e preterista querem nos levar a crer que Jesus fazia uma alusão aos discípulos do primeiro século.
Infelizmente, nossos amigos ligados à Igreja Reformada (na sua maioria, amilenistas ou pós-milenistas), que chegaram às suas conclusões em virtude de seu sistema teológico e não pelo sentido claro da interpretação das Escrituras, tentam ler nesse texto aquilo que simplesmente nele não está escrito. Erram em não aceitar a declaração feita por Jesus de que “não passará esta geração sem que tudo isto aconteça” (v. 34) dentro de seu contexto, a qual refere-se à geração que veria os eventos que Ele acabara de profetizar. Jesus respondeu à pergunta levantada pelos discípulos em Mateus 24.3, “...que sinais haverá da tua vinda e da consumação do século?”. Contudo, os preteristas cometem o erro de pular falaciosamente para a conclusão de que Jesus se referia àqueles que estivessem vivos quando o templo fosse destruído. Daí, então, os preteristas ficam presos à obrigação de dizer, por exemplo, que Nero (o qual nunca esteve em Jerusalém para cumprir o que está escrito em 2 Tessalonicenses 2.8) é o Anticristo ou a “besta” de Apocalipse 13 (a qual ainda se manifestará no futuro) e que Satanás está preso. Alguns chegam mesmo a dizer que a Segunda Vinda de Cristo já aconteceu no ano 70 d.C. (ainda que tal “cumprimento” não preencha os requisitos das promessas feitas por Jesus acerca de Sua Vinda, muito menos do que foi predito pelos anjos e pelos apóstolos). A concepção de que estejamos vivendo hoje em dia no reino é ridícula; várias outras idéias, igualmente sem base nas Escrituras, têm sido por eles propagadas e parece que não se dão conta [do seu engano] (tudo isso tem sido cuidadosamente abordado nos livros e artigos escritos pelo Dr. Thomas Ice).
Em vez de adotar o sentido claro desse texto das Escrituras a fim de entender seu significado, nossos colegas de linha reformada e preterista querem nos levar a crer que Jesus fazia uma alusão aos discípulos do primeiro século. Sua motivação ao fazê-lo não é porque o texto bíblico em questão ensine isso, mas porque suas pressuposições teológicas o exigem; do contrário, teriam de abandonar suas crenças amilenistas e pós-milenistas. Aqueles que “interpretam as Escrituras em seu sentido literal, a menos que os fatos do contexto imediato nitidamente indiquem o contrário”, crêem, na sua esmagadora maioria, que Jesus voltará imediatamente após a concretização de muitos sinais que Ele apresentou nessa passagem como placas sinalizadoras em resposta às seguintes perguntas dos discípulos: “Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinais haverá da tua vinda e da consumação do século” (Mt 24.3).
Portanto, é importante examinar os eventos preditos por Jesus acerca de dias obviamente futuros, a fim de constatar se Ele aludia àquela geração do primeiro século ou fazia referência aos crentes que hão de contemplar os eventos profetizados. Estude a relação abaixo e chegue à sua própria conclusão.



A Introdução do Discurso no Monte das Oliveiras



“Porque se levantará nação contra nação, reino contra reino”(Mt 24.7).
• Mateus 24.4-5: “Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em meu nome dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos”. Desde o momento da ascensão de Jesus aos céus, centenas de falsos cristos já apareceram.
• Mateus 24.6: “E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras...”. Desde que Jesus predisse isso, já houve, pelo menos, 12 mil guerras.
• SUA MENSAGEM: “...vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim”.



Jesus Predisse Sinais Que Antecederiam a Tribulação



• Mateus 24.5: “Porque virão muitos em meu nome [...] e enganarão a muitos”. Centenas de falsos mestres apareceram em cena desde o primeiro século até agora.
• Mateus 24.7 – O primeiro sinal ou “dor de parto”: “Porque se levantará nação contra nação, reino contra reino”. Uma vez que a visão apresentada por Jesus neste versículo era de amplitude mundial, poderia ser uma alusão à I Guerra Mundial (1914-1917), a qual, historicamente, foi o primeiro conflito de proporções mundiais, iniciada por uma nação contra outra e que acabou por envolver as nações do mundo. “...e haverá fomes [a versão Almeida Revista e Corrigida acrescenta: ‘...e pestes’,] e terremotos em vários lugares”, que, literalmente, significa “em vários lugares ao mesmo tempo”. Isso ocorreu, pela primeira vez, depois da I Guerra Mundial. Nos idos de 1918 a 1920, a influenza foi provavelmente a “peste” mais letal do mundo em toda sua história. Os quatro elementos do primeiro sinal referiam-se à I Guerra Mundial.
• Mateus 24.8: “...tudo isto é o princípio das dores” (i.e., dores de parto) ou sinais da Sua Vinda. É interessante que depois disso, muitos outros sinais do fim dos tempos começaram a aparecer – Israel recebeu permissão para retornar à sua terra (em 1917, através da Declaração Balfour) e a Revolução Russa, que resultou no erguimento dessa nação como uma potência mundial, dentre outros sinais.
• Mateus 24.11: “Levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos”.
• Mateus 24.12-13: “E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (ou seja, entrará no Milênio).
• Mateus 24.14: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim”. (Temos nos aproximado rapidamente do cumprimento dessa profecia à medida que o Evangelho se torna conhecido ao redor do mundo). Muitos expositores da Bíblia crêem que os versículos acima descrevem os primeiros três anos e meio do período da Tribulação, tratado detalhadamente nos capítulos 6 a 12 de Apocalipse.



A Grande Tribulação



“E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim”(Mt 24.14).
• Mateus 24.15: “Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel...”. Esse texto ensina que a [segunda metade da] Grande Tribulação terá inicío no momento em que o templo for profanado e destruído.
• Mateus 24.21-22: “porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais”. (Para mais detalhes sobre esses três anos e meio da Tribulação, leia Apocalipse 13 a 18, período esse após o qual Jesus Cristo voltará com poder para estabelecer Seu Reino, conforme os capítulos 19 e 20 de Apocalipse). Visto que nunca houve um tempo como esse na história, fica evidente que os versículos profetizam eventos ainda futuros.
• Mateus 24.24: “Porque surgirão muitos falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos. Vede que vo-lo tenho predito”. Embora a Igreja tenha ficado infestada de falsos mestres que alegam ser “Cristo” ou “profetas”, os tais nunca realizaram “sinais e prodígios” capazes de enganar até mesmo os eleitos. A batalha entre os seguidores de Satanás e do Anticristo contra o Espírito Santo e os servos de Deus, durante a última metade do período da Tribulação será a maior batalha da história deste mundo.
“Logo em seguida à tribulação daqueles dias [...] todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt 24.29-30).
• Mateus 24.29-30: “Logo em seguida à tribulação daqueles dias [...] todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória”. O texto insiste em repetir veementemente que a Segunda Vinda de Cristo acontecerá imediatamente depois do pior período da história humana. Para qualquer leitor imparcial, a conclusão óbvia é a de que tal período ainda não ocorreu, mas aguarda sua concretização no futuro [...] futuro esse que, segundo a opinião de muitos, pode estar bem próximo.



Conclusão



A geração que, conforme os versículos 32-34, contemplará todas essas coisas, de modo nenhum podia ser a geração de discípulos que viveu no primeiro século. Infelizmente, até onde se sabe, Bertrand Russell morreu e foi sepultado com a enganosa concepção de que Jesus cometeu um erro ao profetizar que Sua geração veria a Segunda Vinda dEle, concluindo, assim, que as palavras de Cristo não eram confiáveis. Na verdade, Jesus se referia à geração acerca da qual os discípulos indagaram ao perguntarem: “que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século”. Cristo descreveu “esta geração” como aquela que estará viva no momento em que “sucederão todas estas coisas”.2 Visto que muitos sinais, ao que parece, já começaram a se cumprir, todos nós deveríamos orar e trabalhar a fim de advertir as pessoas para que não percam a oportunidade de encontrá-lO na Sua Vinda para buscar a Igreja, por ocasião do Arrebatamento. Tenho certeza de que eu e você temos o mesmo desejo de que muitos não sejam Deixados Para Trás! (Tim LaHaye - Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br/)


Notas:
A série de citações que R. C. Sproul faz dos escritos de Bertrand Russell encontra-se no livro de Sproul intitulado The Last Days According to Jesus (Grand Rapids: Baker, 1998, p. 11-15). As citações foram extraídas do livro de Bertrand Russell intitulado Why I Am Not a Christian: And Other Essays on Religion and Related Subjects, organizado por Paul Edwards (Londres: Allen & Unwin / Nova York: Simon & Schuster, 1957).
Para uma apresentação mais detalhada e aprofundada desse assunto, por favor, veja em: Thomas Ice e Tim LaHaye, The End Times Controversies, Eugene: Harvest House, 2003, p. 83-108 (no capítulo 4, sob o título: Preterist “Time Texts”). Publicado anteriormente na
revista Chamada da Meia-Noite, março de 2007.